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Lançamento: BEXEL Manager 20

8 de julho de 2020 Leave a comment

Bexel Manager, software de gerenciamento BIM da Bexel Consulting, é projetado para atender às necessidades principais de gerenciamento de construção, alterando a perspectiva do gerenciamento integrado de projetos, permitido a optimização completa e personalização de trabalhos digitais.

A nova versão de BEXEL Manager já está disponível para seus usuários. Confira abaixo os novos recursos dessa ferramenta:

BEXEL CDE (Common Data Environment):

  • Plataforma baseada em nuvem para colaboração e gerenciamento de mudanças de modelos de projeto e documentação.

EXPORTAÇÃO IFC:

  • Exporte qualquer subconjunto ou todos os seus elementos BIM diretamente para os formatos de arquivo IFC2x3 ou IFC4.

CONSOLE API DE PROGRAMAÇÃO:

  • Escreva scripts em C# diretamente no BEXEL Manager. Adicione novos recursos ou personalize as funcionalidades já existentes.

INTERFACE LOCALIZADA:

  • Com a quantificação baseada em modelo (Model-Based), agora toda a estrutura de classificação de custos e seleção está apenas a um clique de você.

QTO – SELEÇÃO DE CUSTOS:

  • Permite a geração automática de QTO (Quantity Takeoff) baseadas em modelo, enriquecidas com visualizações de cada item de trabalho, o que melhora o entendimento entre as partes interessadas e elimina interpretações errôneas e trabalhos adicionais.

ASSISTENTE DE CRIAÇÃO DE TAREFAS:

  • Novos métodos para melhorar o progresso diretamente do canteiro de obras foram introduzidos.

OUTROS RECURSOS

  • Tipo de atividade baseada no tempo
  • Certificado mensal
  • Atribuições de custo fixo
  • Melhorias na importação IFC
  • Melhorias no BCF Manager do BIMCollab
  • E muito mais…

Principais recursos já existentes no sistema Bexel Manager:

3D BIM

  • Quantity Takeoff (QTO)
  • Detecção de colisões
  • Gerenciamento de interferências
  • Gerenciamento BIM de Meta-Data
  • Preparação de pacotes de administração

4D BIM

  • Programação e planejamento
  • Simulação de construção
  • Otimização da programação
  • Planejado vs. Atual
  • Acompanhamento do progresso

5D BIM

  • Estimativa de custos e orçamento
  • Planejamento de projeto 5D
  • Relação de quantidades
  • Rastreamento de progresso 5D
  • Análise de fluxo de caixa

6D BIM

  • Gestão de ativos
  • Integração e gestão inteligente de documentos
  • Planejamento de manutenção de instalações

BIM – INTEGRAÇÃO E COLABORAÇÃO:

  • Colabore com todos que usam o padrão OpenBIM
  • Mesclar centenas de arquivos IFC em questão de segundos
  • Cooperar com outras partes interessadas através do formato BCF

BEXEL MANAGER COMO MOTOR DE RELATÓRIO BIM

  • Troque dados de manutenção de instalações personalizadas
  • Exporte os resultados para várias soluções de software
  • Ativar análises adicionais

Fonte: BEXEL Manager    

Por Equipe N.A Tecnologia

MARCAS: Todos os produtos aqui mencionados são usados somente para fins de identificação, são marcas comerciais e/ou marcas de serviço dos seus respectivos proprietários.

Webinar AFT: leve a modelagem no AFT Fathom para outro patamar com a análise transiente

6 de julho de 2020 Leave a comment

Data: 15/07/2020
Horário: 13:00hs (horário de Brasília)
Duração: 1 hora
Custo: gratuito

Registre-se aqui para o Webinar

A modelagem em estado estacionário é ótima, mas às vezes você precisa aprofundar seu sistema. O módulo eXtended Time Simulation (XTS) para AFT Fathom é a ferramenta perfeita para modelar a mudança de fluxo com o tempo. Você pode usá-lo para modelar o abastecimento de tanques, alterar a distribuição de fluxo, esquemas de controle de processos etc. Aprenda como aplicar a análise transiente em suas operações diárias para torna-la sua próxima melhor amiga!

Fonte: AFT – Applied Flow Technology

Por Equipe N.A Tecnologia

MARCAS: Todos os produtos aqui mencionados são usados somente para fins de identificação, são marcas comerciais e/ou marcas de serviço dos seus respectivos proprietários.

Lançamento: CAESAR II v12

1 de julho de 2020 Leave a comment

A Hexagon tem orgulho em anunciar o lançamento do CAESAR II v12, a ferramenta completa para análise de flexibilidade em tubulações. A nova versão inclui várias melhorias para criar, avaliar e gerar eficientemente relatórios dos sistemas de tubulação, de acordo com mais de 35 padrões internacionais de códigos de tubulação, diretrizes ambientais e de equipamentos.

As melhorias, feitas com nossos usuários em mente, incluem:

  • O CAESAR II v12 fez as atualizações necessárias para dar suporte às últimas edições da ASME B31.3, B31.4, B31.8 e Z662 canadense.
  • Economize tempo e dinheiro em seus projetos de tubulação, evitando ensaios desnecessários de impacto. Para tubulações B31.3, esse novo recurso de temperatura mínima do material de projeto pode ajudar a determinar se o teste de impacto é necessário ou não.
  • No ambiente de Piping Input foi adicionado o novo cálculo de flambagem B31.8. Esse novo recurso auxilia convenientemente o engenheiro de flexibilidade de tubulação no cálculo do valor da tensão para determinar os valores de flambagem e instabilidade lateral de um elemento de acordo com B31.8-2018.
  • Maior facilidade de uso em áreas como o módulo de flanges EN-1591, otimização adicional de gráficos, melhorias no desempenho das operações de clique duplo e muito mais!
  • Hospedada na nuvem, nossa nova tecnologia de licenciamento pode funcionar de qualquer lugar em que haja uma conexão com a Internet e até suporta o checkout de licença para uso offline.

O CAESAR II v12 também inclui aprimoramentos de conteúdo de suportes de molas, a adição dos dados estruturais da AISC 2017 e a atualização do banco de dados de materiais russos. As melhorias funcionais incluem melhorias na importação de PCF, importação do AFT IMPULSE e um algoritmo de convergência de atrito reprojetado, melhorando o desempenho.

O CAESAR II v12 inclui todas as ferramentas necessárias para executar análises estáticas ou dinâmicas. Para mais informações sobre o CAESAR II, clique aqui.

Fonte: Hexagon       

Por Equipe N.A Tecnologia

MARCAS: Todos os produtos aqui mencionados são usados somente para fins de identificação, são marcas comerciais e/ou marcas de serviço dos seus respectivos proprietários.

Confira o artigo de Ben Keiser na revista ‘Modern Pumping Today’

29 de junho de 2020 Leave a comment

A primeira parte do artigo de Ben Keiser foi publicada na revista norte-americana Modern Pumping Today (páginas 26, 27 e 28), deste mês. Em seu texto, Ben aborda como operadores/proprietários de plantas industriais podem conciliar eficiência e confiabilidade de sistemas de tubulações e bombas e de como a utilização de um software de análise de fluxo pode ajudar nessa tarefa.

Confira neste link o texto publicado e fique atento para a segunda parte em breve.

Ben Keiser possui bacharelado em Engenharia Química, atualmente é consultor técnico de vendas na AFT – Applied Flow Tecnology, além de ministrar diversos webinars técnicos.

Fonte: Modern Pumping Today

Por Equipe N.A Tecnologia

MARCAS: Todos os produtos aqui mencionados são usados somente para fins de identificação, são marcas comerciais e/ou marcas de serviço dos seus respectivos proprietários.

Estudo de Caso: Dimensionamento de uma bomba de reforço com o AFT Impulse ™ evita problemas de contaminação nas instalações de rejeitos

15 de junho de 2020 Leave a comment
Figura 1: Vista da Workspace do AFT Impulse com a linha de 14,6 km (9,1 mi). O cenário escolhido recomendou três bombas montadas em barcaça, uma bomba a diesel e duas bombas auxiliares para se aproximarem da meta de vazão de 6.000 m3/h (26.400 gpm).

Rupesh Soni (engenheiro de processos sênior da Stone Oil & Gas), foi solicitado para projetar e dimensionar uma bomba “booster” para o reforço da estação de bombeamento de uma planta industrial. O objetivo era aumentar o pico de bombeamento de uma unidade de gerenciamento de rejeitos de 4.650 m3/h (20.500 gpm) para 6.000 m3/h (26.400 gpm).

As lagoas da unidade são um ponto crítico de contenção nas operações de mineração e, como tal, é importante regular seu nível de líquido durante ciclones e estações chuvosas para evitar contaminação ambiental. Para gerenciar o nível de água nessa instalação, a água de processo em excesso (como escoamento de rejeitos ou água da chuva) é bombeada através de uma tubulação emissária de 14,6 km (9,1 milhas) da unidade até um difusor no oceano.

O sistema existente consistia em uma bomba de barcaça flutuante localizada na bacia sul da unidade de gerenciamento de rejeitos, que tinha três bombas flutuantes conectadas em paralelo. O projeto original foi classificado para um escoamento de 4.000 m3/h (17.600 gpm) através da tubulação, o que culmina em uma saída marítima de 100 difusores, que drenam o excesso de água.

Para acomodar necessidades futuras de operação, foi determinado que uma nova estação de bomba deveria ser instalada no meio da tubulação. As novas bombas seriam instaladas ao lado da tubulação terrestre existente, a jusante da estação de válvulas, consistindo em duas bombas operando a 50% em paralelo. As bombas auxiliares não seriam necessárias para operação contínua, sendo operadas apenas quando fosse necessário fluxo adicional para gerenciar o nível da unidade. Na maioria dos casos, a estação de reforço seria contornada pela tubulação em operações normais.

Uma conseqüência do aumento da vazão é o aumento da velocidade do fluido acima da velocidade máxima permitida, atingindo 3,3 m/s (11 pés/s) em comparação com o permitido de 2,4 m/s (7,9 pés/s). Isso exigiu análises hidráulicas transitórias e de estado estacionário usando o AFT Impulse para garantir adequação do projeto da tubulação (Figura 1).

Um modelo de simulação em estado estacionário incorporando as bombas suplementares movidas a diesel foi comparado aos dados da planta fornecidos pelo cliente. Um fator de perda adicional K foi especificado para corresponder o modelo do AFT Impulse com os dados da planta, contabilizando as perdas de pressão no sistema sem modelar um grande número de cotovelos ou acessórios similares. O difusor de emissários marítimos foi modelado como um componente de fluxo geral, ajustando uma única curva de resistência para contabilizar as perdas em todas as saídas individuais.

A pressão de descarga nas bombas temporárias no modelo foi de 645 kPa (93,5 psig) em comparação com os 650 kPa (94 psig) relatados pelo cliente. A vazão da tubulação modelada foi de 4.660 m3/h (20.520 gpm) em comparação com os 4.650 m3/h relatados (20.470 gpm). Essas diferenças foram insignificantes e indicaram concordância positiva entre o modelo de simulação e o sistema de tubulação existente.

Usando o modelo calibrado, Rupesh Soni poderia dimensionar as bombas auxiliares sem interferir na tubulação. Ele testou essas bombas dimensionadas em condições de tubulação com incrustação para garantir que as linhas de gradientes hidráulicos (HGL) fossem suficientes para o fluxo e a carga operacional máxima permitida dos tubos não fosse excedida. Ele também experimentou com outras combinações de bomba para encontrar a vazão máxima possível, infelizmente abaixo da vazão de projeto desejada devido a incrustação na tubulação. A limpeza melhoraria facilmente a vazão máxima.

O AFT Impulse ajudou Rupesh Soni a finalizar a ficha de dados da bomba de reforço, permitiu-lhe analisar a carga máxima de operação da tubulação (MAOH) e garantir que houvesse HGL suficiente. Ele disse que as horas trabalhadas na finalização da ficha de dados da bomba de reforço, instrumentação relacionada e criação de modelos de estado estacionário e transitório para vários cenários foram significativamente reduzidas usando o AFT Impulse.
Por fim, sua análise resultou em custos reduzidos e um cronograma mais curto para o projeto de montante fixo.

Figura 2: HGL em estado estacionário para tubulação, com 3 bombas de barcaça + 2 bombas de reforço. Esta análise indicou gradiente suficiente para garantir o fluxo sem exceder a carga operacional permitida dos tubos.
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